Escrito à primeira pessoa, «O miúdo que pregava pregos numa tábua» não usa muito o eu. Prefera utilizar expressões contornadas, perifrases vindo de um pasado que talvez possa ser o do narrador ou não, a memória enganando-se com tantos episódios da televisão ou do cinema que nem sabemos se todas as nossas memórias são verdadeiras ou não.
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Saturday, December 21, 2013
O miúdo que pregava pregos numa tábua, Manuel Alegre
Escrito à primeira pessoa, «O miúdo que pregava pregos numa tábua» não usa muito o eu. Prefera utilizar expressões contornadas, perifrases vindo de um pasado que talvez possa ser o do narrador ou não, a memória enganando-se com tantos episódios da televisão ou do cinema que nem sabemos se todas as nossas memórias são verdadeiras ou não.
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